Olá Mortyus! Como você disse, a guerra cibernética é uma realidade cada vez mais comum. Respondendo ao autor do tópico: "Por que?" ---> hoje, cada vez mais os países dependem da tecnologia, da internet e do mundo virtual e um dos princípios da guerra é atacar as bases de sustentação do inimigo. Em outros tempos, atacavam as plantações e celeiros. Depois, as indústrias, usinas e sub-estações. Agora é a vez da internet.
Pense em um país como o Brasil, onde uma pane na Telefonica parou todo o Estado de SP... imagine então os EUA, União Européia ou Japão, países 1000x mais dependentes da internet que o Brasil. Depois de pensar nisso fica fácil saber a razão dos ataques virtuais.
Agora, em um Afeganistão ou Iraque, tente saber se os EUA atacaram a estrutura cibernética deles (se é que existe uma

). Enfim, em uma guerra os países tentam afetar a capacidade combativa do inimigo, seja destruindo exércitos, cidades, a produção industrial ou as comunicações.
Mortyus, sobre controlar ICBMs (mísseis intercontinentais) pelo celular, estamos um pouco longe disso. Os mísseis russos e chineses geralmente tem uma "configuração da morte", que impede que a trajetória do míssel seja alterada ou desativada DEPOIS do seu lançamento. Eles fizeram isso justamente por medo dos hackers americanos mandarem os mísseis deles de volta.
Mas que a guerra cibernética vai se tornando um dos principais campos de batalha, isso é.